EXPRESSANDO-SE ATRAVÉS DA MÚSICA
O Cio da Terra
Composição: Milton Nascimento / Chico Buarque
Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão
E s e fartar de pão...
Decepar a cana
Recolher a guarapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel
Se lambuzar de mel...
Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, a propícia estação
E fecundar o chão.
PALESTRAS EDUCACIONAIS E FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES: UM CAMINHO PARA UMA MELHOR RELAÇÃO ALUNO X PROFESSOR ____MINISTRADO POR: Josane Fernanda Lisboa Chinkevicz OBSERVAR A AGENDA E ESTABELECER CONTATO VIA E-MAIL: lisboa.josanefernanda@yahoo.com.br
Volta às aulas - busca e geração de conhecimentos
VOLTA ÀS AULAS : O CONHECIMENTO COMO ALGO DE AÇÃO CONTÍNUA E INTERDISCIPLINAR
Por Prof. Josane Fernanda Lisboa Chinkevicz – é professora do Ensino Médio e Superior da grande Florianópolis – Colégio Antônio Peixoto e IES – Instituto superior da Grande Florianópolis
As aulas voltaram, e agora o que queremos de nossos alunos ?
Qual o nosso papel de educadores diante desta nova geração de estudantes?
Hoje em dia, o conhecimento geral tem estado num patamar mais elevado, quando se fala de crescimento intelectual. As disciplinas estão cada vez mais integradas e os professores e alunos devem estar sempre buscando ampliar seus conhecimentos. Isto tem acontecido principalmente após as mudanças do ENEM e agora, com os vestibulares, se adaptando dentro desta nova forma de pensar o saber integrado.
Lembre que conhecimento não é visto como definitivo nem como uma verdade pré-estabelecida, mas como algo renovável. Antigamente ao se falar de conhecimento se ligava às universidades, aos mestres ou grandes pensadores, hoje se percebe uma caça aos talentos, às pessoas que tem por interesse a investigação do conhecimento, pois em sociedades mais “desenvolvidas” quem controla o crescimento são aqueles que geralmente não pararam no tempo, que querem unir suas experiências e seus saberes à aplicação dos mesmos.
Esta constante troca de ideias em sala de aula abre espaço para diversos debates, sem esquecer ou desprezar fatores importantes como: a cultura local, a identidade e todo o aprendizado ao longo do tempo, os saberes prévios, pois todos têm várias experiências de vida. Sendo assim, percebendo valores antes esquecidos, de forma mais plural, englobando vários campos de pesquisa, unindo o lado científico ao humano e desta forma trazer a experiências de nossos alunos para o ambiente escolar.
Precisamos interagir, pois a física se encontra no dia a dia do aluno, e não apenas dentro das apostilas em “decorebas” para vestibulares, mas está no jogo de futebol assistido na TV. A matemática está na localização das figuras geométricas, nas medidas, no surgimento das primeiras civilizações. Além deste lado do “cotidiano” temos também o lado integrado com as demais disciplinas. Hoje a história está ligada a origem da matemática e esta com a sociologia, e com as suas estatísticas nas tabelas. O movimento retilíneo uniforme se encontra no percurso da escola onde também estão as infinidades de placas com os erros grotescos de português. A geografia permanece fixa nas aulas de biologia, trabalhando o habitat dos animais, as mudanças climáticas e as transformações do solo no mercado de trabalho (sociologia) e na loucura das doenças surgidas por vírus e bactérias.
É isto aí, esta é a sociedade do conhecimento que estamos construindo , é a sociedade do hoje e do amanhã. A gestão do conhecimento surge então como uma necessidade mutante e globalizada, onde todos têm que estar dispostos a aprender e reaprender permanentemente.
“... parar para pensar, parar para olhar, parar para escutar, pensar mais devagar, olhar mais devagar e escutar, parar para sentir, sentir mais devagar, demorar-se nos detalhes, suspender a opinião, suspender o juízo, suspender a vontade, suspender o automatismo da ação, cultivar a atenção e a delicadeza, abrir os olhos e os ouvidos, falar sobre o que nos acontece, aprender a lentidão, escutar aos outros, cultivar a arte do encontro, calar muito, ter paciência e dar-se tempo e espaço”. LARROSA BONDÍA (2002).
Assim, as disciplinas de sociologia e filosofia visam uma educação voltada para a percepção e saberes em geral do jovem sobre a realidade social, econômica, cultural, ambiental e política local, a partir da condição juvenil; promove o protagonismo e a participação crítica e transformadora deste na vida pública como cidadão; desenvolve a capacidade de trabalhar coletivamente e lidar com a diversidade, as diferenças e conflitos; a fazer com que nossos jovens vejam as disciplinas no seu cotidiano aprendendo de forma solta, integrada, uma ligada à outra, em um conhecimento global.
Tudo isto é para que nossos alunos aprendam o significado do conhecimento, passe a frente, aprendam a reaprender, despertando neles o prazer da pesquisa, sem procurar respostas prontas, pesquisando os conteúdos sempre.
Quando este jovem ouvir e entender a história da arte, da sociologia, da filosofia, por exemplo, em uma aula de matemática, ele estará pronto para este novo ensino que está surgindo, ou melhor, se firmando. Um ensino que valoriza a produção do conhecimento de cada indivíduo. Assim não será mais aquele que entende de “X”, mas aquele que vê o “X” em todas as partes ou como um todo, e ainda melhor, em todas as disciplinas.
Por Prof. Josane Fernanda Lisboa Chinkevicz – é professora do Ensino Médio e Superior da grande Florianópolis – Colégio Antônio Peixoto e IES – Instituto superior da Grande Florianópolis
As aulas voltaram, e agora o que queremos de nossos alunos ?
Qual o nosso papel de educadores diante desta nova geração de estudantes?
Hoje em dia, o conhecimento geral tem estado num patamar mais elevado, quando se fala de crescimento intelectual. As disciplinas estão cada vez mais integradas e os professores e alunos devem estar sempre buscando ampliar seus conhecimentos. Isto tem acontecido principalmente após as mudanças do ENEM e agora, com os vestibulares, se adaptando dentro desta nova forma de pensar o saber integrado.
Lembre que conhecimento não é visto como definitivo nem como uma verdade pré-estabelecida, mas como algo renovável. Antigamente ao se falar de conhecimento se ligava às universidades, aos mestres ou grandes pensadores, hoje se percebe uma caça aos talentos, às pessoas que tem por interesse a investigação do conhecimento, pois em sociedades mais “desenvolvidas” quem controla o crescimento são aqueles que geralmente não pararam no tempo, que querem unir suas experiências e seus saberes à aplicação dos mesmos.
Esta constante troca de ideias em sala de aula abre espaço para diversos debates, sem esquecer ou desprezar fatores importantes como: a cultura local, a identidade e todo o aprendizado ao longo do tempo, os saberes prévios, pois todos têm várias experiências de vida. Sendo assim, percebendo valores antes esquecidos, de forma mais plural, englobando vários campos de pesquisa, unindo o lado científico ao humano e desta forma trazer a experiências de nossos alunos para o ambiente escolar.
Precisamos interagir, pois a física se encontra no dia a dia do aluno, e não apenas dentro das apostilas em “decorebas” para vestibulares, mas está no jogo de futebol assistido na TV. A matemática está na localização das figuras geométricas, nas medidas, no surgimento das primeiras civilizações. Além deste lado do “cotidiano” temos também o lado integrado com as demais disciplinas. Hoje a história está ligada a origem da matemática e esta com a sociologia, e com as suas estatísticas nas tabelas. O movimento retilíneo uniforme se encontra no percurso da escola onde também estão as infinidades de placas com os erros grotescos de português. A geografia permanece fixa nas aulas de biologia, trabalhando o habitat dos animais, as mudanças climáticas e as transformações do solo no mercado de trabalho (sociologia) e na loucura das doenças surgidas por vírus e bactérias.
É isto aí, esta é a sociedade do conhecimento que estamos construindo , é a sociedade do hoje e do amanhã. A gestão do conhecimento surge então como uma necessidade mutante e globalizada, onde todos têm que estar dispostos a aprender e reaprender permanentemente.
“... parar para pensar, parar para olhar, parar para escutar, pensar mais devagar, olhar mais devagar e escutar, parar para sentir, sentir mais devagar, demorar-se nos detalhes, suspender a opinião, suspender o juízo, suspender a vontade, suspender o automatismo da ação, cultivar a atenção e a delicadeza, abrir os olhos e os ouvidos, falar sobre o que nos acontece, aprender a lentidão, escutar aos outros, cultivar a arte do encontro, calar muito, ter paciência e dar-se tempo e espaço”. LARROSA BONDÍA (2002).
Assim, as disciplinas de sociologia e filosofia visam uma educação voltada para a percepção e saberes em geral do jovem sobre a realidade social, econômica, cultural, ambiental e política local, a partir da condição juvenil; promove o protagonismo e a participação crítica e transformadora deste na vida pública como cidadão; desenvolve a capacidade de trabalhar coletivamente e lidar com a diversidade, as diferenças e conflitos; a fazer com que nossos jovens vejam as disciplinas no seu cotidiano aprendendo de forma solta, integrada, uma ligada à outra, em um conhecimento global.
Tudo isto é para que nossos alunos aprendam o significado do conhecimento, passe a frente, aprendam a reaprender, despertando neles o prazer da pesquisa, sem procurar respostas prontas, pesquisando os conteúdos sempre.
Quando este jovem ouvir e entender a história da arte, da sociologia, da filosofia, por exemplo, em uma aula de matemática, ele estará pronto para este novo ensino que está surgindo, ou melhor, se firmando. Um ensino que valoriza a produção do conhecimento de cada indivíduo. Assim não será mais aquele que entende de “X”, mas aquele que vê o “X” em todas as partes ou como um todo, e ainda melhor, em todas as disciplinas.
Estudo de gênero
Vozes silenciosas: A história de Branca Dias
Resumo : Cabe a todos os pesquisadores recuperar lágrimas e risos, desilusões e esperanças, fracassos e vitórias que na verdade são frutos do viver, da nossa própria existência. Desta forma queremos provocar neste artigo um novo olhar para a obra de Dias Gomes , O Santo Inquérito , e juntamente , para o estudo das mulheres. Que esta análise sirva para lembrar dos excluídos da história e também que a literatura pode ser uma importante ferramenta para que venham à tona novos elementos culturais a serem estudados, dando vozes aos esquecidos, subjugados e silenciados .
Abstract: It's up to all researchers retrieve tears and laughter, hopes and disappointments, failures and victories that are actually fruits of life, our very existence. Thus we want to lead this article a new look at the work of Dias Gomes, The Holy Inquiry, and together, for the study of women. That this analysis will serve to remind those excluded from history and literature can also be an important tool to come to light new cultural elements to be studied, giving voice to the forgotten, overwhelmed and silenced.
Palavras – chave: Gênero- Identidade – Literatura - Religiosidade
“Assim me vejo novamente falando de gênero, falando de mulheres. Vozes silenciadas pelo tempo e pelos homens, religiosos ou não, que durante todo o tempo escreveram a história e foram atores principais em um cenário construído e regido por eles. Uma inquietude que permeia o meu olhar a cada livro que leio a cada pesquisa que faço.”
Josane Fernanda Lisboa *
Acompanhe o artigo por inteiro na internet
Resumo : Cabe a todos os pesquisadores recuperar lágrimas e risos, desilusões e esperanças, fracassos e vitórias que na verdade são frutos do viver, da nossa própria existência. Desta forma queremos provocar neste artigo um novo olhar para a obra de Dias Gomes , O Santo Inquérito , e juntamente , para o estudo das mulheres. Que esta análise sirva para lembrar dos excluídos da história e também que a literatura pode ser uma importante ferramenta para que venham à tona novos elementos culturais a serem estudados, dando vozes aos esquecidos, subjugados e silenciados .
Abstract: It's up to all researchers retrieve tears and laughter, hopes and disappointments, failures and victories that are actually fruits of life, our very existence. Thus we want to lead this article a new look at the work of Dias Gomes, The Holy Inquiry, and together, for the study of women. That this analysis will serve to remind those excluded from history and literature can also be an important tool to come to light new cultural elements to be studied, giving voice to the forgotten, overwhelmed and silenced.
Palavras – chave: Gênero- Identidade – Literatura - Religiosidade
“Assim me vejo novamente falando de gênero, falando de mulheres. Vozes silenciadas pelo tempo e pelos homens, religiosos ou não, que durante todo o tempo escreveram a história e foram atores principais em um cenário construído e regido por eles. Uma inquietude que permeia o meu olhar a cada livro que leio a cada pesquisa que faço.”
Josane Fernanda Lisboa *
Acompanhe o artigo por inteiro na internet
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