PALESTRA 9 - SABERES PRÉVIOS E NOVOS SABERES - A FILOSOFIA APLICADA NAS ESCOLAS

O PROFESSOR/ EDUCADOR DEVE SABER LIGAR
OS SEUS CONHECIMENTOS AO MUNDO DO ALUNO,
SEM RÓTULOS , ROMPENDO ESTERIÓTIPOS FAZENDO
DA ESCOLA UM AMBIENTE DE RESPEITO E
PRINCIPALMENTE DE TROCA !
PRECISAMOS FOMENTAR O DESEJO DE EDUCAR .

EDUCAR É UM ATO POLÍTICO !

AGENDA 1- PALESTRAS E FORMAÇÕES

TODOS OS HORÁRIOS NOTURNOS -DE SEGUNDA À QUINTA
SEGUNDAS-FEIRAS PELA MANHÃ


HORÁRIOS AGENDADOS

JULHO - 7
TODOS OS SÁBADOS OCUPADOS - NAVEGANTES E ARAQUARI
FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES
PALESTRAS AS QUINTAS - FEIRAS

AGOSTO - 8
TODOS OS SÁBADOS OCUPADOS - NAVEGANTES , ARAQUARI
FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

SETEMBRO -9
TODOS OS SÁBADOS OCUPADOS - VIAGEM PELO ESTADO -NAVEGANTES E ARAQUARI
FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES
PALESTRAS AS QUINTAS - FEIRAS

OUTUBRO - 10
TODOS OS SÁBADOS OCUPADOS - VIAGEM PELO ESTADO - SEM DEFINIÇÃO
FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

NOVEMBRO-11
TODOS OS SÁBADOS OCUPADOS - FORMAÇÃO CONTINUDA PELO ESTADO - SEM DEFINIÇÃO

PALESTRA 7 - OFICINAS COM EDUCADORES - ENVOLVENDO NOSSOS ALUNOS!

OFICINAS NAS ÁREAS:
MATEMÁTICA
NATURAIS -BIOLOGIA
LETRAMENTO
HUMANAS - GEOGRAFIA E HISTÓRIA
LINGUA PORTUGUESA

OBSERVAÇÕES :

NA PALESTRA OU FORMAÇÃO DE EDUCADORES É NECESSÁRIO MATERIAL COMO CARTOLINA E FOLHAS COLORIDAS A SER DISPONIBILIZADO PELO COLÉGIO E/OU INSTITUIÇÃO

AS OFICINAS NÃO SERÃO EXPOSTAS NO SITE POIS SÃO IDEIAS DA PALESTRANTE - UTILIZADAS EM PALESTRA E FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES POR TODO O ESTADO DE SANTA CATARINA.

PALESTRA 5 - A VERDADEIRA INTERDISCIPLINARIDADE - PROFESSOR VAMOS AGIR !

Precisamos lançar o PPI - PROJETO POLÍTICO INTEGRADO - criando um novo paradigma na educação . Para isso os professores devem pensar suas Práticas Pedagógicas :
Conversando entre si sobre os planos de aula,unindo as disciplinas sempre com o objetivo de tornar o conteúdo atrativo aos alunos.
Não apenas fazer trabalhos interdisciplinares que muitas
vezes se apresentam mais isolados do que interligados. Ir além da condição de professor– especialista de sua disciplina e virar um professor-orientador interligando todas as disciplinas fazendo o aluno perceber sua disciplina e as outras , em pequenas coisas: no banho , no almoço ,no correr, no andar de ônibus ,etc.

ENTENDENDO AS DIFERENÇAS - OPINIÃO DE PAULO FREIRE

Os benefícios culturais oferecidos pela sociedade influenciam de maneira determinante os processos de aprendizagem. Por isso, o contato com esses recursos deve ser permitido a todos, sem exceção. Promover os acessos aos benefícios culturais aos portadores de necessidades especiais, por exemplo, é uma maneira concreta de neutralizar barreiras, inserindo-os, portanto, nos ambientes ricos para a aprendizagem.
Quando diminuídas, essas “diferenças” são vistas como as peculiaridades típicas de todos os seres humanos. Esse estudante pode, então, dar passos maiores para eliminar a discriminação, conseqüência do respeito conquistado pela convivência, aumentando, assim, sua auto-estima.
Com muita freqüência, a criança portadora de deficiência-física, mental ou sensorial-por suas próprias limitações motoras e/ou sociais, agravadas por um tratamento paternalista não-valorizador de suas potencialidades, cresce pouco interagindo com o meio e a realidade que a cerca. Se não for adequadamente estimulada, ela age passivamente diante da realidade e para selecionar seus problemas diários. Se, segundo Piaget, as crianças são construtoras do próprio conhecimento;quando portadoras de deficiência,essa construção pode ser limitada pela restrita interação que elas têm com o seu ambiente,pois,como afirma Papert,é nessa interação que,por meio da ação física ou mental do indivíduo,criam-se as condições para a construção do conhecimento.Quando essas crianças com necessidades educacionais especiais ingressam em um sistema tradicional de educação,seja especial ou regular, frequentemente são submetidas a experiências que reforçam a postura de passividade diante de sua realidade,de seu meio, a um paradigma educacional no qual elas continuam a ser objeto e não sujeito de seus próprios processos.Paradigma esse que,em vez de educar para a independência, para a autonomia,para a liberdade de pensar e agir, reforça esquemas de dependências e submissão.São vistas e tratadas como receptoras de informação e não como construtoras de seus próprios conhecimentos.
Paulo Freire foi um dos mais talentosos pedagogos do século xx, e reconhecido em todo mundo, nasceu na cidade de Recife em 1921. Em 1962, na cidade de Angicos, estado do Rio Grande do Norte, alfabetizou mais de 300 trabalhadores em 45 dias. Participou do Movimento de Cultura Popular do Recife.
Em 1964, durante o golpe militar foi preso e exilado, ficamos 14 anos sem o nosso educador, neste período Paulo Freire viveu no Chile e lá desenvolveu o seu trabalho pedagógico. Com a colaboração de Paulo Freire, o Chile recebeu o reconhecimento da UNESCO pelo combate ao analfabetismo.
Em 1970, na cidade de Genebra, Suíça, funda em parceria com outros brasileiros exilados o IDAC (Instituto de Ação Cultural) para assessorar movimentos populares em vários países. No período de anistia política, Paulo Freire retorna ao Brasil, exerce cargos em universidades, lança livros e na gestão da petista Luisa Erundina na Prefeitura de São Paulo, ocupou o cargo de Secretário Municipal de Educação.
Faleceu em 1997, recebia uma aposentadoria de 700,00 reais, o que constatava a situação de desvalorização do professor no Brasil. Paulo Freire deixou obras que escreveu individualmente e em parceria com outros autores brasileiros e estrangeiros.
Para Freire havia a pedagogia dos dominantes, onde a educação, pertencente a uma minoria, é exercida para a dominação; e a pedagogia do oprimido, que precisa ser desenvolvida pela maioria desprovida de condições, através da prática da liberdade, num trabalho que transforme uma realidade difícil e precária. Em seu livro “Educação e atualidade brasileira”, Freire defende a tese de uma escola democrática que incuta no aluno uma visão crítica da realidade e uma visão não ingênua.
Leia mais sobre em MÉTODO PAULO FREIRE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA - Letícia Rameh

VALE A PENA LER !

Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas - VASCO MORETTO


Muitas instituições já entendem que o modelo de avaliação tradicional carece de mudanças significativas que valorizem o conhecimento que o estudante está construindo na escola. Mas algum critério o professor tem de adotar para avaliar seus alunos.
E é por isso que a extinção da prova ainda soa muito utópica para os educadores. “A prova não precisa ser eliminada, precisa sim, ser ressignificada. Ela não pode ser um elemento de controle como acontece em muitas escolas. O conceito tradicional da prova é medir conhecimento, mas ela não mede nada,” Moretto questiona o padrão de prova aplicado em que o professor não valoriza os pilares de uma educação construtivista. “O professor faz a pergunta: o que é uma ilha? E o aluno responde que ilha é uma porção de terra cercada de água por todos os lados. Mas essa é uma tremenda mentira. Essa definição vale para o peixe e não para uma ilha, que não tem água nem do lado de cima, nem do lado de baixo.”
TEXTO RETIRADO DA INTERNET - RESUMO DE LIVROS

PALESTRAS SOBRE JUVENTUDE - ALUNOS E PROFESSORES

PALESTRAS DIVIDIDAS EM VÁRIAS ETAPAS
TEMAS LIGADOS A FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
FOCO: ENSINO MÉDIO -ALUNOS E PROFESSORES

JUVENTUDE E DIREITOS HUMANOS
1. • Quem somos nós?
2. • Construção de regras de convivência do grupo
3. • Igualdade, direito à diferença, diversidade
4. • Direitos civis e políticos/ Direitos de assistência social
5. • Direitos sociais e o papel da sociedade civil organizada
6. • Direitos de populações específicas
7. Democracia e Participação Juvenil
JUVENTUDE E CULTURA - JC
1. • Trabalhar com a cultura/ O que é cultura?
2. • Cultura, tecnologia e comunicação
3. • Identidade e diversidade cultural/ Culturas e Juventudes
4. • Matrizes culturais e a diversidade na formação da sociedade brasileira
5. • Cultura e cidadania
6. • Culturas e globalização: o que é ser brasileiro em um mundo globalizado?
7. • Cultura, direitos humanos e diversidade cultural no mundo globalizado
8. • Cultura digital
JUVENTUDE E ESPORTE E LAZER - JEL
1. • O que é cultura corporal?
2. • O esporte na sociedade moderna/ Esporte e suas contradições internas
3. • Tempo livre e tempo de trabalho: quais suas implicações?
4. • Lazer e convivência social
5. • Cultura corporal e saúde
6. • Organização do esporte e do jogo
7. • Espaços e equipamentos de esporte e lazer
8. • A síntese das ações coletivas
JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE – JMA
1. • Meio ambiente é igual à preservação da natureza? Como é o meio ambiente do nosso lugar?
2. • Será que a proteção ambiental é realmente importante?
3. • É só jogar o lixo no lixo? Cada um deve fazer a sua parte?
4. • As mudanças climáticas são mesmo uma realidade?
5. • Quem cuida do meio ambiente no Brasil?
6. • O meio ambiente trava o desenvolvimento do país?
7. • Briga de “cachorro grande”?
8. • Meio Ambiente é política?
JUVENTUDE E TRABALHO – JT
1. • Trabalho como arte e como técnica
2. • Trabalho e conhecimento/ Trabalho e tempo livre
3. • Mundo do trabalho, mercado de trabalho e do consumo
4. • Qualidade de vida e qualidade no trabalho/ Trabalho e mobilidade
5. • Trabalho e a formação do território
6. • Os direitos como conquista dos trabalhadores
7. • Planejamento, Programação e Controle da Produção – PPCP na ação socioeducativa.
8. • Trabalho e Comunicação
JUVENTUDE E SAÚDE – JS
1. • Adolescência, território, condicionantes e determinantes da Saúde
2. • Adolescência e saúde
3. • Vivenciando o crescimento e o desenvolvimento
4. • Sexualidade e Direitos Humanos
5. • Saúde oral: saúde da boca, saúde da gente
6. • Morbidade e mortalidade entre adolescentes
7. • Políticas públicas para a saúde do adolescente/jovem
( Fonte de pesquisa – PROJOVEM URBANO – Juventude e seus Direitos )