FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES- PALHOÇA E BIGUAÇU


EQUIPE BIGUAÇU E PALHOÇA
FORMAÇÃO/
ORIENTAÇÃO JOSANE LISBOA / JULHO /AGOSTO/
SETEMBRO 2010 - PARABÉNS EDUCADORES!
PRODUZIR CONHECIMENTOS ...
TRABALHOS DE EDUCADORES E ALUNOS - EDUCAÇÃO PARA A PESQUISA - GERANDO CONHECIMENTOS

INCIAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO - EDUCADORA GABRIELA - BIGUAÇU


EDUCADORES ATIVIDADES - NOVAS METODOLOGIAS

CURSO : FUNDAÇÃO DARCY RIBEIRO E COPPE - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO




CURSO COPPE - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
CURSO FUNDAR - FUNDAÇÃO DARCY RIBEIRO DO RIO DE JANEIRO

Curso para Formação de Educadores do Projovem Urbano em Santa Catarina e de Qualificação Profissional para jovens pela COPPE do Rio de Janeiro

LITERATURA:CATARINENSES EM DESTAQUE NACIONAL

LOUROS NACIONAIS PARA A LITERATURA FEITA EM SANTA CATARINA
por Raquel Wandelli


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Dois autores e duas autoras catarinenses estão entre os finalistas do Prêmio Jabuti, na lista dos indicados divulgada na quarta-feira (1/9) pela Câmera Brasileira do Livro


Ganhar o Jabuti, o mais importante prêmio nacional na área literária, é uma consagração para pouquíssimos escritores. Mas participar da condecoração como finalista já equivale a uma indicação para o Oscar da literatura brasileira. A literatura feita em Santa Catarina ganha visibilidade inédita no 52º Prêmio Jabuti, com a seleção de quatro autores entre os 10 finalistas da edição de 2010 para duas categorias diferentes: poesia e ensaio/teoria literária. Na lista dos contemplados, divulgada na tarde de quarta-feira (1/9), pela Câmara Brasileira do Livro, figuram obras dos autores Eduardo Capela e Sérgio Medeiros, e das autoras Dirce Waltrick do Amarante e Leonor Scliar Cabral.

Todos os autores são ligados ao Centro de Comunicação e Expressão e aos Cursos de Pós-Graduação em Literatura e Lingüística da Universidade Federal de Santa Catarina. Na categoria poesia, concorrem como finalistas o diretor da Editora da UFSC e professor de Literatura, Sérgio Medeiros, com a obra O Sexo Vegetal, publicada pela Iluminuras, e Leonor Scliar Cabral, professora aposentada de Lingüística, com Sagração do alfabeto, da Scortecci Editora.

Uma surpresa incomum na história literária: o Jabuti de 2010 premiou um casal, selecionando Para Ler Finnegans Wake, também da Iluminuras, de Dirce Waltrick do Amarante, esposa de Medeiros, entre os 10 melhores na categoria teoria e crítica literária do país. Dirce é tradutora de James Joyce para a língua portuguesa e pós-doutora em Literatura. Na mesma categoria concorre o professor de Literatura Carlos Eduardo Capella, com Juó Bananére: Irrisor, irrisório, da Editora da Universidade de São Paulo e Nankin Editorial.

Os quatro escritores radicados em Santa Catarina concorrem ao lado de autores brasileiros de ficção e ensaio reconhecidos, como Bernardo Carvalho, Benedito Nunes, Luís Fernando Veríssimo, Milton Hatoum, Ruy Guerra, Luiz Costa Lima, Moacir Scliar, Beatriz Bracher, Davi Arrgucci, Eric Nepomuceno, Bernardo Azgemberg, João Gilberto Nol e Adauto Novaes, que tiveram obras publicads em 2009. No dia 1º de outubro, a CBL divulga o nome dos três melhores livros de cada uma das 21 categorias, que são: Tradução; Arquitetura e Urbanismo; Fotografia; Comunicação e Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto Gráfico; Ilustração de Livro; Infantil ou Juvenil, Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Educação; Psicologia e Psicanálise; Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e Negócios; Direito Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil; Juvenil; Romance e Tradução de Obra Literária Espanhol-Português. O primeiro lugar em cada categoria receberá, além do troféu devido ao segundo e terceiro lugar, um prêmio no valor de R$ 3.000,00.

E no dia 4 de novembro serão finalmente conhecidos os nomes dos autores vencedores do Prêmio Livro do Ano, quando as demais categorias serão reagrupadas na classificação geral de Ficção e Não Ficção. Não concorrem a essa distinção as categorias Tradução, Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil, Capa, Projeto Gráfico e Tradução de Obra Literária Francês-Português. Os contemplados com os Prêmios Livro do Ano receberão, cada um, o valor de R$ 30.000,00. Criado em 1958, o Jabuti é o mais concorrido prêmio do livro no Brasil e o de maior abrangência. Seu grande diferencial é que não valoriza apenas os escritores, mas destaca a qualidade do trabalho de todas as áreas envolvidas na criação e produção de um livro. A edição deste ano bateu recorde de interesse, com mais de duas mil inscrições.
O casal de finalistas

Natural do Mato Grosso do Sul e radicado em Santa Catarina há 10 anos, Medeiros foi Finalista do Jabuti também em 2008, com Popol Vuh, obra de tradução, e concorreu à última edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura com O sexo vegetal. Traduzido para o inglês, o livro será publicado em janeiro pela Universidade de Orleans. Nele, a prosa poética do autor explora a descrição de paisagens, onde insere seres humanos que se sentem tocados e, às vezes, também invadidos pelos vegetais. O homem e a mulher são deslocados para a periferia do mundo natural, que assume a centralidade habitualmente outorgada aos seres racionais. O autor adota uma escrita sucinta e veloz, propondo ao leitor uma sucessão vertiginosa de imagens brasileiras, que vão do litoral passando ainda pelo cerrado e pelos ambientes urbanos, até a floresta amazônica. Em todas as paisagens, o vegetal rouba a cena, literalmente, revelando a influência da noção de apelo sexual do inorgânico, do filósofo Mário Perniola, e dos conceitos de pós-humano e inumano de François Lyotard.

Graduada em Direito, mestre e doutora em Literatura pela UFSC, tradutora especializada em James Joyce, Dirce também já tem várias obras publicadas. Em Para Ler Finnegans Wake de James Joyce, Dirce se preocupa em trazer possibilidades de interpretação e em desvendar o novo conceito de leitura inventado pelo autor irlandês para que o leitor possa aproveitar sua última e grandiosa obra, considerada por muitos como um texto ilegível. "Finnegans Wake é uma longa aventura onírica, que explora à exaustão as ambiguidades das imagens e da linguagem literárias”, defende a ensaísta. O estudo de Dirce explica, de maneira didática e acessível, as estratégias narrativas de Joyce com as quais reiventou o romance moderno. Essa análise do romance vem acompanhada, ainda, de uma tradução inédita para o português do capítulo oitavo do romance, “Ana Lívia Plurabelle”, que Joyce queria transformar em filme e peça teatral. A tradução está arquivada pela Fundação James Joyce de Zurique e pelo Centro de Estudos de James Joyce, em Dublin.

Sobre a distinção entre os finalistas, Dirce salienta a sensação de reconhecimento por um verdadeiro trabalho de garimpo, leitura, inventário bibliográfico e tradução que já dura mais de uma década. “Parece um momento de glória tão rápido, mas por trás de cada livro há muitos anos de pesquisa para poder entregar o melhor material ao leitor”. Para Medeiros, o Jabuti proporciona um reconhecimento geral ao livro, que do contrário acaba sendo mais pontual, da parte de um ou outro crítico e leitor. “Espero que essas indicações abram portas para publicarmos outros livros mais facilmente dentro e fora do país”, diz ele. Seu próximo livro de poesia, "Figurantes", uma descrição alucinatória da Ilha de Santa Catarina, sairá em outubro também pela Iluminuras. Os figurantes são turistas inumanos que invadem a Ilha, quando está abandonada às moscas.

Raquel Wandelli (jornalista na SeCarte/UFSC)
raquelwandelli@yahoo.com.br
www.secarte.ufsc.br


TRABALHO COM ALUNOS :UM ESTUDO REFERENTE AS ONGS E OS PROJETOS SOCIAIS NO BRASIL - SOCIOLOGIA













Após vermos o filme : Quanto Vale ou é por quilo? , surgiu debates e pesquisas sobre os trabalhos realizados por ongs e os diversos projetos sociais existentes em todo o Brasil. Parabéns Terceirão
Orientação/formação e coordenação do projeto: Josane Lisboa

PROJETO DE QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL: TURISMO

MAQUETE CRIADA POR ALUNOS COM ORIENTAÇÃO DOS EDUCADORES

HOTEL - TURISMO

MAQUETES



ALTURA:1 METRO 20 CM
O QUE EU QUERO VER SEMPRE DA MINHA JANELA ?!
Os jovens criaram maquetes dos hotéis da cidade de Balneário Camboriú após a visitação e um estudo referente ao turismo local. Parabéns a equipe de Balneário!
Formadora da equipe - Projovem Urbano : Josane Lisboa

LEVANDO A POESIA ATÉ OS ALUNOS ...ATÉ O PÚBLICO!






Uma homenagem ao poeta catarinense CRUZ E SOUSA.
Os alunos do Ensino Médio criaram porta retratos e espalharam pelo colégio; secretaria , biblioteca, coordenação...inspirados pelo projeto do escritor também catarinense Lindolf Bell
"... se você não vai até a poesia, ela vai até você!"
Orientadora e coordenadora do projeto: Josane Fernanda Lisboa chinkevicz

TRABALHOS COM JOVENS : CIDADÃO DE PAPEL de GILBERTO DIMENSTEIN





Os alunos do Ensino Médio desenvolveram os "bonecos" de papel discutindo seus direitos e deveres como cidadãos! Trabalho realizado após a leitura de partes do livro " cidadão de papel "

FOTOS PALESTRAS / FORMAÇÕES


DINÂMICAS

ATIVIDADES - NOVAS PROPOSTAS METODOLÓGICAS

ATIVIDADES COM EDUCADORES

FORMAÇÃO DE EDUCADORES

FOTOS
FORMAÇÃO DE EDUCADORES



CURSO FORMAÇÃO DE EDUCADORES - FUNDAR - FUNDAÇÃO DARCY RIBEIRO

SUGESTÃO DE LIVROS, TEXTOS E FILMES

Bibliografia diversas:

Sugestões de Textos, Links, Vídeos, Músicas...


Além dos textos das referências bibliográficas, sugerimos:
BHABHA, Homi. O Lugar da Cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2003.
BENJAMIN, Walter. Documentos de Cultura. Documentos de Barbárie. São Paulo: Cultrix, 1986.
BOLLE, Willi. Fisionomia da Metrópole Moderna. São Paulo:EDUSP/FAPESP, 1994.
CALVINO, Italo. As Cidades Iinvisíveis. Tradução de Diogo Mainardi. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
CANEVACCI, Massimo. A Cidade Polifônica, ensaios sobre a antropologia da comunicação urbana. Tradução de Cecília Prada. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
___________________Sincretismo, uma exploração das hibridações culturais. Tradução de Roberta Barni. São Paulo: Studio Nobel, 1996.
FERRARA, Lucrécia D’Alessio. Os Significados Urbanos. São Paulo: EDUSP, 2001.
_________________________Olhar Periférico. 2. ed.São Paulo: EDUSP, 1999.
HALL, Stuart. Da Diáspora, Identidades e Madiações Culturais. Belo Horizonte: UFMG e Brasília: UNESCO, 2003.
HERSGHMANN, Micael. O Funk e o hip hop invadem a cena. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000.
__________________A Sociedade do Protesto. Tradução de Peter Naumann. São Paulo: Annblume Editora, 1997.
RAMOS, Celia M. Antonacci. Teorias da Tatuagem: uma análise da Loja Stoppa Tattoo da Pedra. Florianópolis: UDESC, 2001.
_______________________Grafite, Pichação &Cia. São Paulo: Annablume Editora, 1993.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal. São Paulo: Record, 2002.
______________A Natureza do Espaço. São Paulo: Edusp, 2001.
______________O País Distorcido. São Paulo: Publifolha, 2003.
Catálogos:
BrasMitte. Grupo de Intervenção Urbana. São Paulo, 1997.

SESC: Arte Pública. Trabalhos apresentados nos Seminários de Arte Pública

realizados em 1995 e 1996 em São Paulo. SESC São Paulo, 1998.

ARTE CIDADE. A Cidade Sem Janelas. Editora Marca D’Água. 1994.

ARTE CIDADE. A Cidade e suas Histórias. Editora Marca D’Água. 1994

ARTE CIDADE. A Cidade e seus Fluxos. Editora Marca D’Água, 1994.

MADURUELO, Javier (org.) POÉTICAS DEL LUGAR ARTEPÚBLICO EN ESPAÑA
Filmes:
A vila. M. Night Shyamalan. 2004.

Dogville. Lars von Trier. EEUU. 2003.

Cidade de Deus. Fernando Meirelles. Bra. 2002.

Cidade dos Homens (seriado) REDE GLOBO TV. BRA. 2002

Acidente. Cao Guimarães e Pablo Lobato. BRA, 2006, 56, dvd

Em tránsito. Henri Gervaiseau. BRA, 2005, 96, dvd

Território vermelho. Kiko Goifman. BRA, 2004, 13, dvd

Narradores de Javé. Eliane Caffé. BRA. 2003.
Músicas:
Alagados. Composição: Herbert Viana/ Bi Ribeiro. Paralamas do Sucesso.

Sampa. Caetano Veloso.

A cidade. Disco Descivilização, 1991. Biquíni Cavadão.

Eu só quero é ser feliz... Cidinho e Noca.

Rio 40 graus. Fernanda Abreu.

Relampiando. Lenine e Paulinho Moska.
Sites:
http://www.artecidade.org.br

http://www.centrodametropole.org.br

http://www.rede.aic.org.br

http://www.graffiti.org.br/

http://www.uff.br/obsjovem/

http://www.fotofavela.com.br/

http://www.futuratec.org.br
MESTRADO

- Selma garrido Pimenta – formação de professores: identidade e saberes da docência – Ed. Cortez.
- Maurice Tardif – Saberes docentes e formação profissional – Ed. Vozes, 2002.
- Ilma passos Alencastro Veiga – Caminhos da profissionalização do magistério - Papirus – Campinas,1998.
- Maurice Tardif; Clermont Gauthier e Louise Lahaye – os professores face ao saber – esboço de uma problemática do saber docente – Teoria & educação – Porto Alegre – n.4 – 1991. (revista pedagógica)
- Paulo Freire – Pedagogia da autonomia – Paz e Terra – 1996
- THERRIEN, J. Uma abordagem para o estudo do saber da experiência das práticas educativas. In: Anais da 18ª Anped, 1995.

- ANDRÉ, M.E.D. Perspectivas atuais da pesquisa sobre docência. In:CATANI, D.B. et al. Docência, memória e gênero: Estudos sobre formação. São Paulo: Escrituras Editora, 1997.

- GOODSON, I. Dar voz ao professor: As histórias de vida dos professores e seu desenvolvimento profissional In: NÓVOA, A. (Org.). Vidas de professores. Porto: Porto Editora, 1995.

- MELLO, G.N. de. Magistério de 1º grau. Da competência técnica ao compromisso político. São Paulo: Cortez, 1983

EDUCAÇÃO CIENTÍFICA : UM NOVO PENSAR PARA A EDUCAÇÃO!

O CONHECIMENTO COMO ALGO DE AÇÃO CONTÍNUA.

Hoje em dia o conhecimento tem estado no patamar mais elevado quando se fala de crescimento nos paises sendo que, o conhecimento neste ponto de vista não é visto como definitivo nem como uma verdade pré-estabelecida mas como algo renovável.Antigamente ao se falar de conhecimento se ligava as universidades aos mestres ou grandes pensadores , hoje percebe-se uma caça aos talentos , a pessoas que tem por interesse a investigação do conhecimento pois em sociedade mais “desenvolvidas” quem controla o crescimentos são aqueles que geralmente não pararam no tempo, que querem unir suas experiências e seus saberes à aplicação dos mesmos . ou seja uma constante troca de ideias sem esquecer ou desprezar fatores importantes como : a cultura local, a identidade e todo o aprendizado ao longo do tempo , os saberes prévios , percebendo valores antes esquecidos ou seja fazendo um TIC de forma mais plural englobando vários campos de pesquisa unindo o lado científico ao humano , fazendo uma verdadeira construção do conhecimento
A sociedade do conhecimento é a sociedade do amanhã e a gestão do conhecimento surge então como uma necessidade mutante e globalizada, onde todos tem que estar dispostos a aprender e reaprender permanentemente . Percebe-se isto nas sociedades asiáticas podemos citar a China , cujo exemplo aparece citado no texto : Rumo a uma Sociedade do Conhecimento da Malásia de Hans-Dieter Evers , abordando que mesmo com a crise no inicio do ano passado este país se mantém hoje como a segunda maior economia do mundo . A Malásia tem avançado em direção ao palco da sociedade do conhecimento , mesmo tendo um histórico de exploração , e como historiadora sei bem disto, a política do governo muito tem contribuído para reverter esta história pois suas riqueza naturais e minerais exploradas pela grã-bretanha e ainda hoje consegue se manter como um dos maiores produtores mundiais de borracha, óleo de palma e estanho .
Embora não temos certeza se todos em todas as sociedades sigam o mesmo caminho rumo a uma economia baseada no conhecimento, deve, no entanto, comparar Brasil com outras nações em alguns dos indicadores relevantes. Nós selecionamos Coréia, um país que muitas vezes era mencionado junto com a Malásia como uma das economias dos Tigres Asiáticos e os Países Baixos e a Alemanha, para comparação. A Holanda é comparável ao da Malásia, em termos de população, Alemanha, em termos do seu terreno. Ambos fazem parte da maior economia do mundo, a União Europeia.( assim aponta o texto)
Espero que não seja barrada pelos mais “ poderosos” que veem como uma ameaça os países que neste ramo se destacam . O conhecimento é um “ bun” que reflete na economia e na sociedade e acompanha a ele o crescimento num todo .Antigamente este conhecimento era voltado para a parte industrial e hoje vemos ele para o conhecimento ( SVEIBY -1998) é uma abertura para diversos setores ou melhor diversos saberes, reforçando a teoria que devemos investir em educação , rede e conhecimento passando o conhecimento como gerador de valores sociais e econômicos , muito bem citado pelo professor Neri dos Santos na apresentação de mestrado assistido por nós candidatos .Finalizando a abordagem/critico textual , no seu fim faz a colocação que o conhecimento não
consistem em TIC sozinho, sem um contexto social das TIC, política e cultural, e uma economia do conhecimento não se desenvolverá – isto diz tudo .


A educação é uma campo vasto , propicio para uma iniciação cientifica do que é verdadeiramente educar : “[...] A ESCOLA FAZ POLÍTICA NÃO SÓ PELO QUE DIZ, MAS PELO QUE TAMBÉM SE CALA; NÃO SÓ PELO PELO QUE FAZ, MAS TAMBÉM PELO QUE NÃO FAZ.” GUTIÉRREZ, Francisco . Educação como práxis política, 1988

“[...] parar para pensar, parar para olhar, parar para escutar, pensar mais devagar, olhar mais devagar e escutar, parar para sentir, sentir mais devagar, demorar-se nos detalhes, suspender a opinião, suspender o juízo, suspender a vontade, suspender o automatismo da ação, cultivar a atenção e a delicadeza, abrir os olhos e os ouvidos, falar sobre o que nos acontece, aprender a lentidão, escutar aos outros, cultivar a arte do encontro, calar muito, ter paciência e dar-se tempo e espaço”.
LARROSA BONDÍA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Revista Brasileira de Educação, 2002.

Uma educação voltada para a gestão do conhecimento abre caminhos para :
• Ampliar a percepção e os conhecimentos do jovem sobre a realidade social, econômica, cultural, ambiental e política local, a partir da condição juvenil;

• Promover o protagonismo e a participação crítica e transformadora do jovem na vida pública;

• Desenvolver nos jovens capacidade de trabalho coletivo e de lidar com a diversidade, as diferenças e conflitos


Sendo a dinâmica mais constitutiva do conhecimento o questionamento, como expressão de sua marca disruptiva, rebelde, produzir conhecimento é principalmente questioná-lo; pesquisa tem como objetivo crucial construir conhecimento, o que leva a realçar sua característica desconstrutiva; menos que afirmar, verificar, confirmar, constatar, conhecer é questionar, significando acima de tudo a vocação de confronto inovador; não havendo resultados definitivos no conhecimento, pesquisar não se propõe, fundamentalmente, a preservar, proteger, transmitir conhecimento, mas a desfazer, tendo em vista que no conhecimento disponível nunca está todo o conhecimento possível, mas aquele até ao momento construído (Pedro Demo, 1996);
Precisamos abrir espaço para uma educação científica, uma busca pelo conhecimento sempre ,pois o que se conhece já não interessa mais à pesquisa, há que desconstruir o que se conhece, para sempre começar tudo de novo; por outra, como não se chega ao final nunca, o termo mais adequado seria “reconstruir” conhecimento, começando do que já está posto (“remix”, para os internautas) (Weinberger, 2007. Latterell, 2006); pesquisadores mais geniais constroem conhecimento, mas o comum dos mortais tende a permanecer no espaço da reconstrução; significa também que não basta destruir, é indispensável oferecer alternativas, por mais que sejam, elas também, naturalmente efêmeras; a pesquisa vive, assim, da dinâmica desconstruir / reconstruir, nesta ordem. Por isso precisamos apostar na formação continuidade educadores , para que estes aprendam o significado do conhecimento para que se passe a frente , aprendam a reaprender e a instigar nos alunos o prazer da pesquisa sem procurar respostas prontas.
Assim coloca o educador e pesquisador Pedro Demo ( Educar pela Pesquisa ) com o seu olhar para a educação científica : “Alfabetização em ciência” implica a abordagem da pesquisa voltada para reconstruir ideias científicas, discriminar mensagens persuasivas, sopesar e testar conjeturas, interpretar dados coletados e ajuntados com novas tecnologias, criticar argumentos com base tecnológica, aprender tecnologias just-in-time para o próximo emprego, curso ou atividade Tendo em vista que estamos na sociedade intensiva de conhecimento, alfabetização científica aparece como estratégia privilegiada para participar das oportunidades emergentes e que requerem capacidade constante de renovação e autorrenovação. No entanto, por mais que ciência seja referência fundamental, não é menos fundamental desenvolver espírito crítico em especial frente à ciência, porquanto aprender a argumentar implica aceitar contra-argumentação (Demo, 2005). “A maioria dos padrões prescrevem ciência e tecnologia como pesquisa, mas na prática 90% dos cursos usam outros métodos” Chama a atenção que se preconize com tanta convicção que pesquisar é melhor forma de aprender, mas que, na escola, não se tome em conta. Prefere-se a postura clássica da aula transmissiva, também para atender aos testes de domínio de conteúdos. Ademais, a própria sobrecarga curricular não deixa tempo para pesquisa, tornando-se o professor transmissor atropelado da montanha de conteúdos. Como todo currículo é seletivo (não é viável querer transmitir “tudo”), é bem mais produtivo selecionar tópicos considerados mais relevantes e tratá-los com devida profundidade, aliando conteúdo e habilidades, como sugere Darling-Hammond (2010). “Esta visão bate com evidência de pesquisa mostrando que estudantes que se envolvem em projetos de pesquisa em ciência são mais exitosos em cursos e projetos subsequentes. Pesquisa mostra que a dedicação de tempo para pesquisa não diminui a performance em testes de alta expectativa” Ainda, a pesquisa, implicando processo constante de elaboração, argumentação, debate, permite avaliação encaixada neste próprio processo (através dos resultados parcelares e concertados), promovendo melhoria de sua qualidade intrinsecamente.
TEXTO DE JOSANE FERNANDA LISBOA CHINKEVICZ- (observar data de publicação)

EDUCAÇÃO CIENTÍFICA: VEJAM UMA ANÁLISE DE RUBEM ALVES A ESCOLA DA PONTE

PROJOVEM URBANO SANTA CATARINA FORMADORA JOSANE LISBOA - RUBEM ALVES: “Nas minhas conversas com educadores meus temas favoritos são: A alegria de ensinar, A educação dos sentidos, O prazer de ler, A arte de pensar, O educador como sedutor, O educador como feiticeiro, O educador como artista, O educador como cozinheiro, As leis do pensar criativo, Anatomia do pensamento: informação, razão, inteligência, conhecimento, alegria, Aprendendo a desaprender, Entre a ciência e sabedoria: o dilema da educação, Educação e política, Educação e Vida, Aprendizagem e prazer.” A ESCOLA DA PONTE – PORTUGAL
Como meu psicanalista, presto atenção nos detalhes, os lapsus, e foi assim que descobri esse segredo que ninguém mais sabia: um pequeno texto...Ele dizia nesse texto que o operário, ao ver o objeto que produzira, tinha de ver o seu próprio rosto refletido nele. Cada objeto tem de ser um espelho, tem de ter a cara daquele que o produziu. Quando o operário vê seu rosto refletido no objeto que ele produziu ele sorri feliz. O trabalho, com todo o seu sofrimento, valeu a pena: foi dor de parto.
Agora, meu leitor, lhe peço: ande por sua casa e examine os objetos modernos que há por lá: liquidificadores, torradeiras, fogões, computadores. Olhando para eles, cara de quem você vê? Se, ao invés de estar comprando um desses objetos numa dessas lojas que vendem tudo para fazer sua mãe feliz - eles, os vendedores, acham que sua mãe é muito curta de inteligência e de sentimentos - você estiver numa exposição de arte - esculturas do Santos Lopes, esse extraordinário artista português, por exemplo - e você se apaixonar por uma delas - você poderá procurar um lugar, na escultura, onde ele colocou a sua assinatura. Você compra a escultura, leva-a para sua casa, põe na sala, e se eu for visitá-lo, ao ver a escultura, direi imediatamente, antes de examiná-la: ‘Ah! Você tem uma Santos Lopes!’ Todas as esculturas do Santos Lopes têm a cara dele (mesmo que ele não as assine; são inconfundíveis!). Mas o nome de que artesão irei dizer ao ver seu liquidificador, sua torradeira, seu computador, sua esferográfica? Esses objetos foram feitos por pessoas sem nome. Foram produzidos em linhas de montagem. São todos iguais. Quando ficam velhos são jogados fora e outros, novos, também produzidos em linhas de montagem, são comprados. Operários que trabalham em linhas de montagem não assinam as suas obras - porque não são deles - e nem vêem o seu rosto refletido nelas. Foi isso que me fez concluir, a partir da pequena afirmação de Marx, que ele destruiria as linhas de montagem, se pudesse, voltando então a um tempo passado onde cada obra era espelho com assinatura. Acontece que objetos com o rosto do artesão e assinatura não chegam para alimentar a economia capitalista, que tem uma fome insaciável. Marx sonhava com uma situação que já não mais existia, o atelier do artesão medieval, cada artista, cada aprendiz, fazendo uma coisa única, que nunca mais se repetiria: em cada objeto o rosto do que o produzira, cada objeto uma experiência de felicidade narcísica. É isso que combina conosco, seres humanos, únicos, que nunca se repetem.
Como são produzidos liquidificadores, máquinas de lavar roupa, computadores, automóveis? São produzidos numa linha de montagem. De maneira simplificada: uma esteira que se movimenta. Ao lado dela estão operários. Cada operário tem uma função específica. O processo se inicia com uma peça original à qual, à medida que a esteira corre, os operários vão acrescentando as partes que irão compor o objeto final. Nenhum operário faz o objeto, individualmente. Cada operário faz uma única operação: juntar, soldar, aparafusar, cortar, testar. O resultado da linha de montagem é a produção rápida e controlada de objetos iguais. A igualdade dos objetos finais é a prova da qualidade do processo. O que não for igual, isso é, que apresentar alguma peculiaridade que o distinga do objeto ideal, é eliminado. A função da ‘peça original’, como se vê, é a de ser simples suporte para as outras peças que lhe vão sendo acrescentadas. Ao final do processo a ‘peça original’ praticamente desapareceu. No seu lugar está o objeto que vale pela sua função dentro do processo econômico.
Nossas escolas são construídas segundo o modelo das linhas de montagem. Escolas são fábricas organizadas para a produção de unidades bio-psicológicas móveis portadoras de conhecimentos e habilidades. Esses conhecimentos e. habilidades são definidos exteriormente por agências governamentais a que se conferiu autoridade para isso. Os modelos estabelecidos por tais agências são obrigatórios, e têm a força de leis. Unidades bio-psicológicas móveis que, ao final do processo, não estejam de acordo com tais modelos são descartadas. É a sua igualdade que atesta a qualidade do processo. Não havendo passado no teste de qualidade-igualdade, elas não recebem os certificados de excelência ISO-12.000, vulgarmente denominados diplomas. As unidades bio-psicológicas móveis são aquilo que vulgarmente recebe o nome de ‘alunos’.
As linhas de montagem denominadas escolas se organizam segundo coordenadas espaciais e temporais. As coordenadas espaciais se denominam ‘salas de aula’. As coordenadas temporais se denominam ‘anos’ ou ‘séries’. Dentro dessas unidades espaço-tempo os professores realizam o processo técnico-científico de acrescentar sobre os alunos os saberes-habilidades que, juntos, irão compor o objeto final. Depois de passar por esse processo de acréscimos sucessivos - à semelhança do que acontece com os objetos originais na linha de montagem da fábrica - o objeto original que entrou na linha de montagem chamada escola (naquele momento ele chamava ‘criança’) perdeu totalmente a visibilidade e se revela, então, como um simples suporte para os saberes-habilidades que a ele foram acrescentados durante o processo. A criança está, finalmente, formada, isso é, transformada num produto igual a milhares de outros. ISO-12.000: está formada, isto é, de acordo com a forma. É mercadoria espiritual que pode entrar no mercado de trabalho.
Aí o meu companheiro de direção contrária me perguntou se não seria possível mudar as coisas. Abandonar a linha de montagem de fábrica como modelo para a escola e, andando mais para trás, tomar o modelo medieval da oficina do artesão como modelo para a escola. O mestre-artesão não determinava como deveria ser o objeto a ser produzido pelo aprendiz. Os aprendizes, todos juntos, iam fazendo cada um a sua coisa. Eles não tinham de reproduzir um objeto ideal escolhido pelo mestre. O mestre estava a serviço dos aprendizes e não os aprendizes a serviço dos mestres. O mestre ficava andando pela oficina, dando uma sugestão aqui, outra ali, mostrando o que não ficara bem, mostrando o que fazer para ficar melhor (modelo maravilhoso de ‘avaliação’). Trabalho duro, fazer e refazer. Mas os aprendizes trabalham sem que seja preciso que alguém lhes diga que devem trabalhar. Trabalham com concentração e alegria, inteligência e emoção de mãos dadas. Isso sempre acontece quando se está tentando produzir o próprio rosto (e não o rosto de um outro). Ao final, terminado o trabalho, o aprendiz sorri feliz, admirando o objeto produzido.
São extraordinários os esforços que estão sendo feitos para fazer nossas linhas de montagem chamadas escolas tão boas quanto as japonesas. Mas o que eu gostaria mesmo é de acabar com elas. Sonho com uma escola retrógrada, artesanal...Impossível? Eu também pensava. Mas fui a Portugal e lá encontrei a escola com que sempre sonhara: a Escola da Ponte. Me encantei vendo o rosto e o trabalho dos alunos: havia disciplina, concentração, alegria e eficiência. (Correio Popular, Caderno C, 14/05/2000 – publicada originalmente com o título: Quero uma escola retrógrada.)


Pedro Demo – pesquise seu blog
a) questionamento: sendo a dinâmica mais constitutiva do conhecimento o questionamento, como expressão de sua marca disruptiva, rebelde, produzir conhecimento é principalmente questioná-lo; pesquisa tem como objetivo crucial construir conhecimento, o que leva a realçar sua característica desconstrutiva; menos que afirmar, verificar, confirmar, constatar, conhecer é questionar, significando acima de tudo a vocação de confronto inovador; não havendo resultados definitivos no conhecimento, pesquisar não se propõe, fundamentalmente, a preservar, proteger, transmitir conhecimento, mas a desfazer, tendo em vista que no conhecimento disponível nunca está todo o conhecimento possível, mas aquele até ao momento construído (Demo, 1996);
b) reconstrução: como o que se conhece já não interessa mais à pesquisa, há que desconstruir o que se conhece, para sempre começar tudo de novo; por outra, como não se chega ao final nunca, o termo mais adequado seria “reconstruir” conhecimento, começando do que já está posto (“remix”, para os internautas) (Weinberger, 2007. Latterell, 2006); pesquisadores mais geniais constroem conhecimento, mas o comum dos mortais tende a permanecer no espaço da reconstrução; significa também que não basta destruir, é indispensável oferecer alternativas, por mais que sejam, elas também, naturalmente efêmeras; a pesquisa vive, assim, da dinâmica desconstruir / reconstruir, nesta ordem.

ANO DE ELEIÇÃO: ANALFABETO POLÍTICO de BERTOLD BRECHT

O Analfabeto Político
Bertolt Brecht
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais



CUIDE DE SEU VOTO COM CARINHO !